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Bling vale a pena? Veja para quem o ERP é indicado

  • há 4 dias
  • 6 min de leitura


Se você está pesquisando um sistema para controlar vendas, estoque, notas fiscais e financeiro, provavelmente já encontrou o Bling entre as opções.


E uma das primeiras perguntas costuma ser: Bling vale a pena?


Um ERP pode funcionar muito bem para uma empresa e não ser a escolha mais adequada para outra. O que determina isso é a combinação entre o que o sistema oferece e o que a operação realmente precisa.


No caso do Bling, existe uma característica que pesa bastante nessa análise: o sistema concentra gestão empresarial e uma estrutura muito voltada para quem trabalha com vendas, especialmente operações que precisam conectar estoque, pedidos, emissão fiscal, financeiro, marketplaces e lojas virtuais.


Hoje, o Bling também atende outros perfis, incluindo lojas físicas, prestadores de serviços e pequenas indústrias.

Então, antes de decidir se o Bling ERP vale a pena para sua empresa, eu olharia primeiro para a sua operação.


Para quem o Bling é indicado?

Embora o Bling possa ser utilizado por diferentes tipos de negócio, considero que sua proposta fica especialmente interessante quando existe uma operação comercial para organizar.


É o caso de uma empresa que vende pela própria loja virtual e também pelo Mercado Livre, Shopee ou Amazon, por exemplo.


Administrar esses canais separadamente significa lidar com pedidos, produtos e estoques espalhados por diferentes ambientes. Conforme o volume cresce, esse modelo tende a exigir cada vez mais conferências e controles paralelos.

O Bling pode funcionar como o ponto central dessa estrutura.


Atualmente, o sistema permite integrar canais de venda, centralizar pedidos, sincronizar estoque, trabalhar com emissão de notas fiscais e conectar processos logísticos. O Bling informa ter mais de 250 integrações voltadas a plataformas de e-commerce, marketplaces e logística.


É uma das razões pelas quais eu colocaria o sistema entre as opções a serem avaliadas por quem vende online.


Bling vale a pena para quem vende em marketplaces

Esse é provavelmente um dos cenários em que o Bling faz mais sentido.

O sistema possui integrações com canais como Mercado Livre, Shopee, Amazon, Magalu, TikTok Shop, SHEIN e outros marketplaces.


Mas a vantagem não está simplesmente em possuir uma integração.


O que realmente interessa para a operação é o que acontece depois da venda.


Um pedido feito em um marketplace precisa chegar à empresa, encontrar o produto correto, participar do controle de estoque, seguir para faturamento e posteriormente para separação e expedição.


Quando existem vários canais, repetir esses processos separadamente começa a consumir bastante tempo.


Por isso, para avaliar um ERP para marketplace, eu não olharia apenas para a pergunta “integra com o Mercado Livre?”.


Eu perguntaria: Como essa integração participa do restante da minha operação?


É uma diferença importante.


O objetivo não deveria ser acumular integrações, mas reduzir a quantidade de processos isolados que a empresa precisa administrar.


E para quem tem loja virtual própria?

Também é um cenário bastante compatível com o Bling.


A empresa pode conectar plataformas de e-commerce ao ERP e administrar informações da operação de maneira centralizada. O sistema também passou a oferecer sua própria Bling Loja Virtual, ampliando as possibilidades para quem pretende ter um canal próprio de vendas.


Para quem combina loja própria e marketplaces, o ERP ganha ainda mais importância.


O cliente enxerga canais diferentes. A empresa, porém, precisa enxergar uma única operação.


Se o mesmo produto está disponível no site e em marketplaces, por exemplo, o controle de estoque precisa considerar as vendas realizadas nesses diferentes lugares.


É justamente essa visão centralizada que eu buscaria ao escolher um ERP para uma operação multicanal.


O Bling também serve para loja física?

O Bling possui frente de caixa (PDV) e permite trabalhar com vendas online e loja física dentro da estrutura do sistema. Também é possível trabalhar com um estoque compartilhado ou com múltiplos depósitos, dependendo da organização da empresa.


Isso pode ser interessante para negócios que começaram no físico e passaram a vender online, ou fizeram o caminho contrário.


Na prática, esse tipo de empresa precisa ter um cuidado adicional.


Quando loja física, e-commerce e marketplaces utilizam o mesmo estoque, uma venda realizada no balcão interfere na disponibilidade daquele produto para os outros canais.


O ERP precisa acompanhar essa realidade.


O que o Bling consegue centralizar?

Uma das características mais relevantes do Bling é justamente a quantidade de áreas que podem fazer parte do mesmo ambiente de gestão.


O sistema reúne recursos relacionados a vendas, produtos, estoque, notas fiscais, financeiro, compras, logística, integrações e relatórios. Dependendo do plano e da configuração utilizada, há também recursos adicionais de automação, gestão multiempresa, dashboards e inteligência artificial.


Mas eu evitaria escolher um ERP pela quantidade de funcionalidades disponíveis em uma página comercial.

Uma empresa pode utilizar dezenas de recursos e continuar desorganizada.


O que importa é identificar quais processos precisam conversar entre si.


Se a empresa vende online, por exemplo, produto, pedido, estoque, fiscal, expedição e financeiro não deveriam ser tratados como seis assuntos completamente independentes.


Uma alteração em uma dessas áreas frequentemente produz efeito nas outras.


É quando o ERP consegue sustentar essa relação que ele começa realmente a gerar valor.


Bling é indicado para empresas pequenas?

Atualmente, o próprio Bling posiciona seus planos para diferentes estágios de operação, desde empresas começando a vender até estruturas que precisam de maior capacidade técnica e integrações mais avançadas. Os planos também consideram o volume de pedidos importados de marketplaces e via API.


Eu só não usaria o tamanho da empresa como único critério.


Uma empresa pequena pode ter uma operação bastante complexa.


Imagine uma equipe de três pessoas vendendo milhares de produtos em vários marketplaces. Mesmo sendo uma empresa pequena em número de funcionários, existe uma complexidade operacional considerável.


O contrário também acontece.


Uma empresa maior pode ter processos muito específicos que exigem integrações, customizações ou sistemas especializados.


Por isso, considero mais útil avaliar complexidade, canais, volume e processos do que simplesmente perguntar se o Bling é para empresa pequena, média ou grande.


Quanto custa o Bling?

Os preços e planos do Bling mudam ao longo do tempo, então eu evitaria transformar este artigo em uma tabela de valores que pode ficar desatualizada rapidamente.


Hoje existem diferentes níveis de contratação, e um dos critérios utilizados é a quantidade de pedidos importados mensalmente de marketplaces e via API. Os planos superiores acrescentam recursos e capacidades diferentes.


Para escolher, eu não começaria pela pergunta “qual é o plano mais barato?”.


Começaria por: Qual plano comporta a minha operação e possui os recursos que realmente preciso?


Depois disso, o preço passa a fazer parte da comparação.

Para valores atualizados, o ideal é consultar diretamente a página oficial de planos e preços do Bling.


Então, Bling vale a pena?

Para empresas que vendem online, trabalham com marketplaces, precisam organizar estoque, centralizar pedidos, emitir documentos fiscais e conectar diferentes etapas da operação, o Bling merece estar entre os ERPs considerados.

Especialmente quando a empresa está saindo de uma gestão fragmentada entre plataformas, planilhas e processos manuais.


Mas eu não escolheria o sistema simplesmente porque ele é conhecido no e-commerce ou possui muitas integrações.

Antes da contratação, analisaria os canais utilizados pela empresa, volume de pedidos, estrutura de produtos, estoque, necessidades fiscais, logística, financeiro e o que se espera automatizar.


Essa avaliação também ajuda a evitar um problema bastante comum: contratar um sistema esperando que ele organize sozinho processos que nunca foram definidos.


O ERP pode centralizar informações, automatizar tarefas e dar estrutura à operação. A qualidade dessa estrutura continua dependendo das decisões tomadas na implantação.


É por isso que, para mim, a pergunta mais útil não é apenas “Bling vale a pena?”.


É: o Bling faz sentido para a forma como minha empresa vende e pretende crescer?

Se a resposta for sim, aí existe uma boa base para avançar.


Quer testar o Bling na sua operação?

Se você está avaliando o sistema e quer descobrir se ele atende à sua empresa, minha indicação oferece 3 meses gratuitos no Bling com o cupom TATIANE03.



Eu usaria esse período justamente para testar situações reais da empresa: cadastrar produtos, estruturar estoque, avaliar integrações e entender como os pedidos percorreriam a operação.


Se você já decidiu utilizar o sistema e precisa estruturar a implantação, a Zari Consulting atua na configuração do Bling considerando os processos e necessidades de cada operação.


Escrito por Tatiane Bellucca | Zari Consulting


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